Qual a diferença entre a torra clara e escura de café?

Qual a diferença entre a torra clara e escura de café?

Qual a diferença entre a torra clara e escura de café?
Qual a diferença entre a torra clara e escura de café?

Experimentar um bom café é realmente uma sensação maravilhosa. E de acordo com o caso, nota-se algo diferente: um tom mais claro, ou um gosto mais forte, e até uma bebida menos encorpada. Por vezes, isso varia segundo a torra clara e escura do café.

Com isso, é preciso saber que a torração é um processo necessário para um bom produto final. Então, a seguir, vamos saber curiosidades de um assunto tão pertinente para o paladar brasileiro, e conhecer a diferença entre as torras de café.

Torra clara e escura: como acontece o processo de torração?

Antes de entender a diferença entre torra clara e escura, é importante conhecer a torração em si.

Em continuidade, o gosto do café cru não é tão bom como o conhecemos. Assim, ele precisa passar por processos físico-químicos, para torná-lo com as características agradáveis. Dessa forma, o grão sofre um aquecimento por meio de um torrador. O processo tem até 12 minutos, com temperaturas acima de 180°C e abaixo de 240°C.

Esse calor gera transformações necessárias ao café: as moléculas de proteínas são quebradas, e ademais, os amidos viram açúcares.

Depois, eliminam-se os ácidos, a superfície é atingida pelos óleos e substâncias voláteis são liberadas, o que aromatiza o produto. Eles se modificam lentamente. Em paralelo, a pessoa responsável deve observar a transformação dos grãos, que pode ocorrer de diferentes maneiras.

Torra clara

A torra clara é ideal para quem gosta de um café mais leve. Pois, entre a torra clara e escura, a primeira possui mais presença da acidez cítrica no grão.

Com isso, no seu processo são preservados os óleos essenciais, o que gera uma bebida mais “aveludada”, ou seja, mais encorpada. Para quem gosta de cafés mais finos e delicados, essa é a pedida ideal, porque seus grãos não desenvolvem um amargor acentuado.

Torra escura

Neste caso, a torra escura é aquela que torrou por mais tempo, o qual foi interrompida antes da queima dos grãos. Assim, seu gosto é menos ácido, com óleo na superfície e leve doçura.

Essa é a que está mais aproximada do café que normalmente é bebido no Brasil. Primordialmente, seu gosto é mais amargo e acentuado.

E a torra média?

Além das torras claras e escuras, também existe a média. Como o nome já diz, ela é o equilíbrio dos aromas e sabores, com acidez no ponto. Ela ocorre por meio de uma intensa caramelização dos açúcares e decomposição dos ácidos naturais.

Certamente, como observado, existem cafés para todos os gostos. Tem quem prefira mais doce e leve, outros gostam de sabores mais fortes e amargos. E há também quem goste do café sob medida e bem equilibrado.

De todo modo, é sempre recomendável escolher as melhores marcas para ter em casa ou na empresa, como o Café Fazenda Aliança, que conta com opções para diferentes personalidades.

Afinal, cada ser único gosta de uma bebida de acordo consigo mesmo, sem esquecer que o importante é apreciar um bom café, seja em momento de solitude ou com quem se ama.


Tem algum problema em adoçar a água do café?

Tem algum problema em adoçar a água do café?

O preparo do café é algo que precisa de muito cuidado. Pode não parecer, mas pequenas atitudes interferem no sabor final, e certamente sempre é desejado uma bebida agradável e saborosa. Com isso, uma das dúvidas mais recorrentes na preparação é sobre adoçar a água de café.

Aliás, o café doce é algo discutível, pois alguns preferem sem açúcar. Mas, isso vai de acordo com a preferência de cada um. Afinal, o importante é todos sentirem-se bem ao experimentar bons cafés, independentemente do lugar em que se está.

O café, que surgiu no continente africano, precisamente na Etiópia, está presente na vida de muita gente de modo afetivo. Segundo a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), houve um crescimento de 1,34% no consumo da bebida no ano de 2020. Então, é relevante entender seu preparo, o que será tratado em seguida.

Será que pode adoçar a água do café?

Se você tem o costume de adoçar a água do café, talvez já tenha observado algo estranho. Pois, caso não saiba, esse hábito prejudica no gosto da bebida.

Em continuidade, o motivo é que isso altera o ponto de ebulição da água e a textura do café. Assim, o gosto não se torna tão bom como poderia ser.

Nesse sentido, a qualidade e temperatura da água também são cruciais. Sempre é preferível a água mineral, e não a da torneira, porque é prejudicial para o preparo. Além disso, opte por uma temperatura de 90°C, ou seja, próximo ao ponto de fervura.

Adoçar ou não o café: o que é melhor?

Agora, mesmo que não seja aconselhável adoçar a água do café, algumas pessoas adoram a bebida doce, ao contrário de outras.

Não existe uma opção correta entre as duas, porque isso depende muito do paladar e disponibilidade de cada um. A única diferença é que o açúcar não é uma opção tão saudável. Por isso, não é recomendável abusar na quantidade de doçura da bebida.

Mas, de todo modo, o importante é valorizar a experiência de tomar aquele cafezinho, seja em casa, no trabalho ou com os amigos. Por último: quando for preparar um café para os outros, prepare sem açúcar, para agradar a todos, e deixe disponível um açúcar ou adoçante próximo à bebida.

Sobre as escolhas quando o assunto é café

Como já citado, cada ser humano é único, então a preferência de cada um e sua individualidade é o que fala mais alto no final. Entretanto, o café é uma ótima opção para diferentes pessoas, seja para amanhecer bem, obter concentração no trabalho ou estudos, ou simplesmente apreciar momentos com quem ama.

Realmente, o que vale é escolher um produto de qualidade, como o Café Fazenda Aliança. Nosso café é ausente de impurezas e com grãos totalmente selecionados, para sempre agradar até o mais exigente cliente. Dessa forma, a experiência fica ainda mais maravilhosa, independentemente do horário e do dia.


O coador de tecido é melhor que o filtro de papel?

O coador de tecido é melhor que o filtro de papel?

O bom café está presente no dia a dia de muita gente. Seja pela manhã, depois do almoço, ou no final da tarde, essa é uma ótima opção de bebida quente. Atualmente, o café pode ser feito com o coador de tecido ou pelo filtro de papel. No entanto, qual será melhor?

Primeiramente, o coador de tecido ainda é muito comum entre a população brasileira, em especial entre os moradores do interior. Ele proporciona um café sem interferências no sabor e deve ser produzido com 100% de algodão.

Contudo, o filtro de papel também é muito usado, bastante procurado por ser uma opção prática. Assim, sua trama é mais fechada que a do coador de pano e ele produz um café mais forte e amargo.

Dessa forma, é preciso aprofundar no assunto para saber o que realmente define a escolha entre um e outro.

Como usar o coador de tecido?

Primordialmente, ao usar o coador de tecido pela primeira vez, é necessário lavá-lo. Aliás, essa é uma das características dele: sua lavagem deve ser sempre após sua utilização, e feita sem detergente ou qualquer outro produto químico. Basta utilizar água e retirar seus resíduos.

Em continuidade, seu sabor é mais agradável, pelo fato de não reter todos os óleos essenciais. Além disso, precisa ser trocado após 1 mês de uso e guardado sempre na geladeira em um recipiente com água.

Com isso, seus pontos positivos é que ele é reutilizável, e por isso, mais econômico. E também, fácil de usar e produzir um café muito gostoso.

E o filtro de papel?

O filtro de papel não fica atrás do coador de pano. Melitta Bentz, uma dona de casa alemã, o inventou em 1908. Embora tenha sofrido mudanças em 1932, para ser o que conhecemos atualmente, hoje é também bastante optado pelos brasileiros.

Nesse caso, a vantagem é a praticidade. Vale ressaltar que ele é descartável, então se for usado, precisa ser dispensado. Ademais, o filtro de papel deve sempre ter o mesmo tamanho que o porta-filtro.

Desse modo, uma de suas vantagens é que ele é mais higiênico que o coador de tecido, justamente por ser descartável. Somado a isso, é bastante fácil de usar.

E afinal, qual dos dois é melhor: coador de tecido ou filtro de papel?

Entre o coador de tecido e o filtro de papel, a diferença ocorre pela preferência de quem o prepara. Seja com um ou com outro, o resultado pode sair super delicioso, e para isso, basta escolher um bom café.

Com isso, conclui-se que é possível produzir algo maravilhoso com as duas opções. O que vai decidir é a particularidade de cada um, ou seja, aquilo que funciona melhor para o seu paladar e dia a dia.

Aliás, a preparação do bom café, como o Café Fazenda Aliança, deve sempre ser uma experiência prazerosa. Então, independente de como é feito, o importante é que todos os que o apreciam sintam-se satisfeitos. Pois, seja forte ou suave, mais ou menos torrado, prático ou demorado, tudo vale para um ótimo momento de apreciação da bebida.


Qual a idade indicada para começar a tomar café?

Qual a idade indicada para começar a tomar café?

Provando o mundo é que as crianças o conhecem, mas quando seria a hora certa de descobrir o café?

É utilizando seus sentidos e seguindo exemplos que as crianças vão, aos poucos, descobrindo o mundo, e isso não poderia ser diferente com a descoberta do café. Seja pelo cheiro atraente, pelo aspecto diferente que gera curiosidade ou pela observação do hábito dos adultos ao seu entorno é extremamente comum que crianças de diversas idades sintam vontade e peçam para experimentar a bebida.

Saber quando pode ser saudável e seguro introduzir café na dieta infantil é extremamente importante para adultos responsáveis pelo pequenos, pois assim como outras bebidas ou alimentos o café possui diversas propriedades que podem impactar diretamente no crescimento e desenvolvimento das crianças.

Alimentação infantil adequada

O bom desenvolvimento tanto físico quanto intelectual na infância se liga de forma direta aos hábitos alimentares estabelecidos. O cuidado e atenção com a nutrição infantil são de extrema importância e, portanto, há normativas dos diferentes órgãos de saúde, tanto nacionais quanto internacionais, que preconizam como deve ser a alimentação principalmente nos primeiros anos de vida.

Até os 6 meses de vida recomenda-se que o bebê permaneça em aleitamento materno exclusivo, de forma que não há necessidade de acrescentar qualquer outro item ou até mesmo água à dieta. A partir dessa idade inicia-se a introdução alimentar, onde a criança passará a ter contato com diferentes alimentos.

Durante essa fase, que se estende até os dois anos, o recomendado é que se ofereça ampla variedade de alimentos, entretanto esses devem ser sempre apresentados da forma mais natural possível, evitando açúcar, refrigerantes, produtos ultraprocessados, dentre outros.

Dos 2 aos 6 anos a criança passa a conviver fora de seu núcleo familiar, entrando na fase pré escolar, onde provavelmente terá o primeiro contato com os alimentos de baixo valor nutricional não oferecidos anteriormente. A partir desse momento a evolução alimentar segue com cada vez mais autonomia e a própria criança passa a participar da escolha de seus alimentos e explorar as diversas possibilidades expostas.

Quando posso introduzir o café?

Dentro do descrito acima a respeito de uma alimentação infantil ideal o café não se encaixa nos primeiros anos de vida. Até os 2 anos ele é contra-indicado, não devendo portanto ser ofertado às crianças até essa idade.

A partir dos 2 anos a criança pode provar a bebida, mas seu consumo deve idealmente ser restrito, não ultrapassando meia xícara por dia. Ao atingir 6 anos a quantia já pode ser aumentada, elevando a dose máxima de consumo diário para uma xícara.

Ao realizar a oferta de café para a criança é sempre importante que ele seja de preferência coado e misturado com leite em uma proporção em que haja mais leite que café. Também é benéfico evitar ao máximo o uso de açúcar ou adoçantes (o que pode funcionar como desestímulo ao consumo pelo característico sabor amargo) e, quando possível, utilizar-se apenas de café descafeinado.

Por que não oferecer café desde cedo?

O café possui efeitos benéficos. Além da cafeína, que funciona como um estimulante natural, a bebida conta com vitaminas e antioxidantes que podem contribuir para a saúde. São pronunciados os possíveis efeitos positivos do consumo de café, entretanto eles são realmente válidos quando se trata da população adulta. É possível de se encontrar bons reflexos do consumo de café na população pediátrica, entretanto o risco de causar algum prejuízo ao desenvolvimento é maior.

A cafeína presente no café é um estimulante do sistema nervoso central, o que torna seu consumo perigoso. O sistema neuronal de um bebê ou de uma criança até 2 anos ainda é imaturo e devido a isso não há como fazer previsões de doses seguras a ser administradas, dado que doses ínfimas já são capazes de desencadear efeitos como dores de cabeça, taquicardia e tremores.

Mesmo desconsiderando os riscos de efeitos adversos, o uso da cafeína ainda não é vantajoso, dado que pequenas concentrações já podem proporcionar efeitos significativos, mantendo a criança acordada e em alerta por tempo prolongado. Tratando-se da população pediátrica esse cenário é bastante prejudicial, pois além da irritabilidade evidente, proveniente da privação de sono, é enquanto se dorme que é liberado o Hormônio do Crescimento (GH), essencial para o desenvolvimento físico da criança. A redução de horas de sono culmina com uma secreção também reduzida de GH, o que irá gerar um impacto direto na formação óssea e muscular desse indivíduo.

Além de seus efeitos diretos, os componentes do café, principalmente cafeína e taninos, também interferem indiretamente no metabolismo corporal. Principalmente quando o café é consumido pós refeição tais substâncias passam a competir pela absorção com o ferro (essencial para transporte de oxigênio, coordenação motora e aprendizado) e o cálcio (essencial para formação de ossos e dentes e para contração muscular), reduzindo a biodisponibilidade desses íons no organismo. Também podem contribuir para a exacerbação de quadros de refluxo, relativamente comum em crianças, uma vez que provoca o relaxamento do esfíncter inferior do esôfago.

Proibir não é o caminho

Mesmo com todos os riscos apresentados, não há necessidade de proibição do consumo de café para crianças. É importante que os pequenos se sintam livres para explorar novos alimentos e sabores, portanto, frente a isso, uma boa recomendação é não ofertar café a menos que a criança o peça, e quando o fizer que seja em pequena quantidade, apenas para conhecer essa nova bebida ou sentir seu sabor de forma relativamente periódica e não nociva. Outra alternativa, caso a criança goste de beber café, seria a sua substituição por outras bebidas, como sucos, vitaminas ou chás variados.

Pela ampla importância da nutrição principalmente na fase infantil é indispensável que o café ofertado à população pediátrica seja de excelente qualidade. Uma ótima opção para esse momento é o café especial sabor suave da Fazenda Aliança. Com perfeito equilíbrio entre corpo, aroma, acidez e sabor esse café irá agradar com mais facilidade não só as crianças, mas também conquistará a todos da família.


Como é feito o café em cápsula?

Como é feito o café em cápsula?

A tecnologia do café em cápsulas foi desenvolvida para facilitar o preparo do café expresso, sendo mais rápido e prático.

As cápsulas são, em maioria, feitas de plástico ou alumínio. Algumas variedades são feitas de matérias reutilizáveis e podem ser novamente preenchidas com pó. São compatíveis com a maioria das máquinas de cápsulas do mercado.

Basicamente, a cápsula é composta de cinco a sete gramas de pó de café e, ao ser colocada na máquina, a quantidade exata de água é misturada com a porção de pó da cápsula, através de um furo no topo.

John Sylvan desenvolveu a tecnologia em 1995, após ser internado com palpitações de tanto tomar café durante os experimentos. Mesmo criando algo revolucionário, Sylvan vendeu sua parte na empresa depois de dois anos e aboliu o uso de sua própria obra por considerá-la nociva ao meio ambiente. A primeira empresa a produzir as cápsulas foi a Keurig Greeb Mountain, mas o formato ficou famoso pela Nestlé com a Nespresso que, durante um tempo, deteve o monopólio da tecnologia.

 

Montagem da cápsula do café

Após ser moído e torrado na fábrica, o café é distribuído dentro das cápsulas o mais rápido possível, para evitar que oxide. Na cápsula, o primeiro passo é colocar o filtro. Logo em seguida, o mesmo é vedado com uma camada de alumínio. Depois disso, a cápsula está pronta para receber o café e, ao fim, duas camadas de plástico: uma perfurada para distribuir a água em seu interior e outra, mais grossa, para vedar.

Os diferentes “blends” são preparados antes de serem despejados na cápsula, combinando diferentes torras, grãos e moagens.

 

Café em cápsula do Café Fazenda Aliança

De origem 100% arábica e produzido através de processo natural, o Café Fazenda Aliança conta com os sabores intenso e suave em embalagens com 10 unidades que são compatíveis com máquinas Nespresso.

As cápsulas do sabor intenso são para quem prefere um café mais encorpado, aveludado e aprecia notas de frutas em compota apresentando uma acidez baixa e um alto teor de doçura.

Já as cápsulas do sabor suave são para pessoas que gostam de um café mais equilibrado em todos os seus aspectos, mantendo em seu corpo, aroma e sabor, o mesmo tom harmônico que garante um café na medida para quem prefere por um estilo mais balanceado.

Devido a sua praticidade as cápsulas de café são extremamente utilizadas principalmente no meio corporativo em reuniões, eventos ou mesmo no dia a dia de muitas empresas.

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Café e a prática de esportes

Café e a prática de esportes

A cafeína ricamente presente no café do cotidiano age de diversas formas no organismo, mas cada vez mais fica evidente os inúmeros benefícios que ele pode proporcionar, inclusive quando se trata da prática de exercícios físicos.

Começar a manhã com uma xícara de café é para muitos a receita que garante um dia produtivo, entretanto atualmente esse hábito tem se estendido também para os praticantes de exercícios físicos. Os benefícios percebidos e já comprovados da cafeína para a prática esportiva acabaram por popularizar o cafezinho como parte importante componente do chamado “pré-treino”, que trata-se da ingesta realizada antes de iniciarem as atividades.

Além de promover efeito energético e melhorar a disposição, a cafeína age de diversas formas no organismo, melhorando o desempenho ao exercitar-se. Um recente estudo da Universidade de Granada (UGR), na Espanha, demonstrou não apenas como essa substância age no metabolismo corpóreo frente ao exercício físico, mas também em qual horário do dia seus efeitos são mais pronunciados.

Influência da cafeína no metabolismo energético

Em um estudo publicado no Journal of the International Society of Sports Nutrition em janeiro de 2021, realizado pelo Departamento de Fisiologia da UGR, pesquisadores demonstraram que a ingestão de cafeína antes da realização de exercícios aeróbicos moderados aumenta significativamente a taxa de queima de gordura.

O estudo foi realizado com homens ativos, de idade média de 32 anos e que não possuem o hábito de consumo diário elevado de cafeína. Os participantes da pesquisa receberam, antes da realização de exercícios, 3 mg/kg de cafeína anidra proveniente de grãos verdes de café, o que equivale em média a uma xícara de café forte. Foi demonstrado com isso que tal substância otimiza o processo de utilização de gordura, possibilitando um aumento na capacidade máxima de oxidação de lipídeos e, consequentemente, na intensidade máxima de esforço.

Tal fenômeno também pode contribuir para retardar o desenvolvimento da fadiga muscular devido ao fato do consumo de lipídios poupar glicogênio. O glicogênio é uma forma de armazenamento de um importante substrato para ressíntese de energia: a glicose. Armazenado nos músculos, em situação de maior demanda energética, como nos exercícios físicos, o glicogênio é metabolizado novamente em glicose, a qual é oxidada no processo de geração de energia. Há indícios de que a redução nesse estoque de armazenamento seja um componente importante na gênese da fadiga muscular; logo, ao metabolizar lipídeos no lugar de glicose o organismo protege a reserva de glicogênio, retardando assim o desenvolvimento da fadiga e seus efeitos indesejados.

Acentuação dos efeitos

Para além de demonstrar a influência da cafeína no metabolismo energético e de lipídeos, o referido estudo também demonstrou em que período do dia tal substância possui seus efeitos mais pronunciados.

Durante o período vespertino foi notado um significativo aumento na capacidade de oxidação de gordura frente ao esforço quando comparado com o mesmo experimento feito pela manhã. Isso se deve provavelmente devido às diferenças biológicas geradas pelo ciclo circadiano, no qual pela tarde a temperatura corporal está mais elevada, a concentração de catecolaminas plasmáticas em resposta ao exercício é maior e há um aumento na ativação neural e nas contrações musculares. A cafeína adentra esse cenário como um potencializador dessa tendência fisiológica gerada pelo organismo e contribui para uma maior oxidação de lipídeos no período.

Outros efeitos desejados

A cafeína é classificada como uma substância ergogênica e portanto possui o potencial de melhorar diversos aspectos em práticas esportivas. Somando-se aos seus efeitos referidos no dado estudo encontram-se aqueles clássicos, já há muito demonstrados.

Por ser um importante estimulante do sistema nervoso central, a cafeína tem seu efeito no organismo ligado ao aumento da vigília e melhora da disposição. Isso se deve graças a realização do bloqueio dos receptores de adenosina (os quais possuiriam efeito tranquilizante), aumento na liberação de adrenalina e influência na modulação de dopamina, proporcionando uma sensação de elevação do bem estar geral. Tudo isso contribui para uma prática esportiva mais proveitosa e prazerosa.

Tirando máximo proveito

Como apresentado anteriormente, foi demonstrado que a cafeína pode ter uma influência muito positiva para a prática esportiva, entretanto para aproveitar seus benefícios é necessário que seu consumo seja feito de forma adequada, pensando em sua biodisponibilidade no organismo no momento de realização das atividades físicas.

Devido a sua rápida absorção, poucos minutos após o consumo é possível notar seus efeitos. Em torno de 15 minutos seguintes à ingestão de cafeína já pode-se constatar elevados níveis na corrente sanguínea, os quais podem permanecer de 3 a 6 horas, agindo no metabolismo durante todo esse período. A concentração atinge seu pico em torno de 45 minutos a 1 hora pós consumo, portanto esse é o prazo ideal para consumir cafeína antes de praticar algum exercício, a fim de aproveitar ao máximo seus efeitos.

Tratando-se da dose, recomenda-se que seja de 3 a 6 mg/kg para que se possa perceber sua influência no resultado de atividades físicas, entretanto é sempre importante lembrar que os efeitos da cafeína podem ser diferentes de acordo com cada indivíduo, mesmo que uma mesma dose tenha sido ingerida. Portanto, é de extrema importância estar atento às respostas que cada organismo tem frente a administração de cafeína a fim de evitar seus possíveis efeitos negativos, como taquicardia, ansiedade, tremores e inquietação.

Cada vez mais o café se mostra um grande aliado da saúde, proporcionando diversos benefícios para aqueles que o consomem. Para garantir e explorar ao máximo toda sua potencialidade é imprescindível que o café escolhido seja de ótima qualidade. O café especial da Fazenda Aliança possui 100% de grãos selecionados, livres de impurezas, com torra e moagem adequada para que se possa extrair em cada xícara uma dose de motivação e prazer para seu dia.

 

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Por que os americanos tomam café gelado? Conheça um pouco mais sobre esse costume

Por que os americanos tomam café gelado? Conheça um pouco mais sobre esse costume

O café é um dos produtos mais tradicionais do Brasil, seja para consumo, seja para exportação. O costume de tomar café está enraizado há séculos em nossa cultura e, tendo isso como base, pode-se dizer que somos um povo apreciador da iguaria em diversos modos de preparo, inclusive.

Porém, mesmo com a crescente tendência, muitos ainda podem estranhar as palavras “café” e “gelado” ditas em sequência. O hábito de se tomar a bebida sempre quente vem conhecendo uma nova vertente de preparo, típica dos norte-americanos e que se consolidou ao longo dos últimos anos por lá.

 

DE ONDE VEIO O CAFÉ GELADO?

A origem do “cold brew”, como é chamado, está ligada aos Holandeses no século XVII. A idéia era facilitar a bebida para transporte, preparando uma mistura bem concentrada de café em água gelada, a fim de ser aquecida e coada quando fosse tomada. A técnica foi utilizada, mais tarde, também pelos japoneses (Kyoto style) e os franceses (já no século XIX).
Na década de 1960, o cold brew teve seu auge no Japão e se consolidou nos mercados europeu e norte-americano.

 

DIFERENÇA DE PREPARO

O cold brew demanda mais tempo de preparo do que o café tradicional, mas é justamente a extração longa que lhe dá um sabor característico. Recomenda-se uma moagem de média a grossa em água fria. A mistura deve permanecer entre 12 e 16 horas no refrigerador. Depois, basta coar para retirar a borra. A prensa francesa é o equipamento mais indicado para esse processo.

 

CARACTERÍSTICAS DO COLD BREW

A bebida preparada desta maneira apresenta algumas vantagens que podem explicar por que vêm crescendo o interesse por ela.

O café gelado é ligeiramente menos ácido e com maior teor de cafeína. Agride menos o estômago e é mais efetivo quando se busca os efeitos de sua principal substância. Seu aroma é mais marcante, mas o sabor é mais doce e leve, ideal para quem prefere cafés mais suaves e fáceis de tomar. Pode ser tomado puro com gelo, leite e até com tônica.

 

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Como preparar um café espresso italiano?

Como preparar um café espresso italiano?

Crescente no gosto dos brasileiros, o café espresso tem características próprias devido ao seu preparo único. Saiba a seguir como fazer um espresso excelente, extraindo toda potencialidade do café.

O universo dos cafés se expande cada vez mais a seus amantes com possíveis variáveis de tipos de grãos, moagem, extração e bebida final. Um dos tipos de café mais populares é o espresso, amplamente consumido na Europa mas que tem ganho cada vez mais espaço no gosto dos brasileiros. Originado na Itália, o conceito de café espresso se liga à palavra italiana “spremere”, que já indica sua principal característica de preparo: "espremer" o café sobre uma pressão de água.

Em seu preparo tradicional o espresso utiliza-se em média da proporção de 1 grama de café para 2 gramas de água aquecida a 90º C associada a uma pressão de 9 bars. Segundo padrão de qualidade internacional, ao final da extração tem-se uma bebida de 30ml, concentrada em sabor e em todas as suas características.

O preparo do espresso necessita de uma máquina específica e, apesar de seguir passos já pré determinados, fazer um bom café espresso envolve muitas particularidades que constroem a complexidade do seu sabor. A máquina potencializa as características do café, de forma que é muito importante saber como utilizá-la para extrair o melhor dos grãos e produzir uma bebida com padrão de excelência.

 

Como fazer um espresso

Como já dito, para se fazer um espresso é necessário uma máquina específica para isso. Há algum tempo só era possível encontrar essas máquinas para uso profissional, entretanto hoje já existem diversas opções de máquinas domésticas, o que possibilita ter a experiência de tomar um bom espresso todos os dias sem nem mesmo sair de casa, bastando apenas seguir os passos para se tornar o seu próprio barista.

 

1 - Moagem

O primeiro passo para produzir um bom espresso é ter uma moagem adequada dos grãos. Idealmente ela deve ser realizada na hora em que se for fazer o preparo da bebida para preservar os aromas e características do café.

Como o espresso é produzido por pressão automática a moagem não pode ser grossa, pois dessa forma não haveria grande resistência à água e a extração seria muito rápida, gerando uma bebida diluída e sem intensidade de sabor, aroma ou textura. A espessura utilizada portanto é a fina, fazendo-se uma gradação entre as texturas de acordo com o que se espera como resultado final.

 

2 - Distribuição no porta filtro metálico

Após moagem o café deve ser pesado e posto no porta filtro metálico para ser acoplado à máquina. Convenciona-se que a quantidade ideal de café por dose esteja entre 7 a 12 gramas, atentando-se sempre a colocar uma porção que seja compatível com o tamanho do porta filtro utilizado. Atualmente diversas máquinas, principalmente as profissionais, já realizam a moagem programada na quantidade exata para cada dose, proporcionando praticidade ao eliminar a etapa de pesagem do pó.

Quando posto no porta filtro é importante que seja feita uma distribuição adequada e homogênea do café, atentando-se para que ele seja distribuído igualmente em toda área disponível para evitar que regiões diferentes sofram pressões diferentes e, consequentemente, extrações diferentes, procurando sempre manter uma padronização na qualidade final.

 

3 - Compactação

Depois de bem distribuído no porta filtro o café deve ser compactado com o auxílio de um tamper. A compactação deve ser sempre plana, pois caso seja feita de forma desnivelada o café está sujeito às mesmas consequências da má distribuição: extrações diferentes em pontos diferentes, não se explorando o máximo do que a bebida tem a oferecer.

É muito importante a padronização da força a ser utilizada nessa etapa tanto para que ela seja possível de ser replicada continuamente, mantendo-se um padrão de produção, quanto por sua interferência direta no tempo de extração: caso o pó esteja muito compacto a barreira de resistência à água será maior, aumentando o tempo de extração; já caso o café esteja menos compacto do que deveria a água não encontrará grande resistência, reduzindo portanto o tempo de extração.

 

4 - Flush na máquina

Com o café já compactado, antes de encaixar o porta filtro para extração é importante realizar o flush, que consiste em uma descarga de água na máquina antes do preparo do espresso.

Esse processo é muito importante, dado que a água irá realizar a higienização da máquina entre um café e outro para que não haja nenhum tipo de mistura ou contaminação. Essa etapa também possui a função de redução de temperatura, já que o primeiro jato de água costumeiramente possui uma temperatura mais elevada, impedindo, portanto, que o café queime durante seu preparo.

 

5 - Extração do café

A última etapa consiste em encaixar o porta filtro na máquina e extrair o café. É muito importante que a extração ocorra imediatamente após esse encaixe, pois o pó pode queimar caso fique muito tempo parado dentro da máquina, gerando uma bebida final com amargor e adstringência pronunciados.

Padroniza-se que uma extração satisfatória deve durar de 20 a 30 segundos, de forma que as características esperadas na bebida são diretamente influenciadas por esse tempo. Extrações mais rápidas proporcionam menor tempo de contato entre café e água, originando uma bebida mais suave e com acidez acentuada; já extrações mais lentas proporcionam bebidas mais intensas, doces e encorpadas. Caso a extração seja inferior a 20 segundos a bebida é considerada sub extraída e será tipicamente muito ácida e diluída, enquanto aquelas que ultrapassam 30 segundos são denominadas super extraídas, possuindo o amargor como característica.

Ajustar o tempo de extração é muito importante para se atingir um resultado final satisfatório e condizente com o esperado para cada tipo de grão. Também interferem no tempo de extração a espessura e quantidade de pó, sendo essas possíveis variáveis para serem modificadas a fim de atingir uma proporção ideal.

Apesar de um método determinado de produção a ser seguido não existe receita exata para fazer um espresso. Seu preparo irá depender de como se deseja a bebida final, quais características devem ser ressaltadas, qual tipo de grão está sendo utilizado, dentre outras preferências de quem irá consumi-lo. Entretanto, independente do preparo, é unânime que para se ter um resultado excelente é necessário utilizar um café de alta qualidade, assim como o café especial da Fazendo Aliança. Com grãos 100% selecionados e torra em período e intensidade adequadas garantimos que a sua experiência de tomar um cafézinho será sempre incrível, seja ela como for.

 

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É possível viciar em café?

É possível viciar em café?

O consumo de café já é praticamente um patrimônio nacional, mas seria ele tão intenso devido ao poder de dependência da bebida ou isso não passa de um hábito cultivado há décadas? Esclarecemos um pouco sobre o assunto a seguir

Para a grande maioria da população tomar café é parte integrante indispensável do seu cotidiano. Seja pela manhã, para garantir uma dose de energia para encarar o novo dia, em um café da tarde, acompanhado de deliciosos quitutes ou no meio da madrugada, como combustível para o trabalho ou estudos, o cafezinho está presente na vida de 97 a cada 100 brasileiros.

Por ser tão popular, a temática do café sempre carrega consigo diversos questionamentos a respeito do quão saudável ou prejudicial a bebida pode ser à saúde, tendo com frequência a periodicidade e quantidade de consumo no centro dessas discussões, destacando-se principalmente indagações a respeito do seu potencial de gerar vício. Para elucidar o assunto é muito importante primeiro definir e entender alguns conceitos a respeito do tema e como o café se encaixa dentro deles.

 

Café é uma droga?

Popularmente o conceito de droga habita o imaginário comum como alguma substância ilícita, com grande potencial de dependência e dano à saúde, entretanto essa imagem é um tanto quanto deturpada. A definição de droga é amplamente abrangente e se estende para as mais diversas substâncias, não sendo necessariamente sinônimo de algo ruim ou prejudicial, muito pelo contrário em diversas vezes! Segundo a OMS, droga é toda substância que, quando introduzida no organismo, interfere no seu funcionamento. Perante tal definição podemos portanto classificar como droga não apenas as ilícitas já conhecidas e estigmatizadas, mas também o álcool, medicamentos e o próprio café.

O café quando ingerido provoca mudanças temporárias no metabolismo, e isso se deve principalmente pela presença da cafeína. Um dos seus modos de ação é pelo bloqueio dos efeitos da adenosina, uma substância que atua no sistema nervoso central como neurotransmissor diminuindo a atividade neural e dilatando vasos sanguíneos. Nesse caso, a cafeína se liga aos receptores naturais de adenosina, impossibilitando portanto sua ligação e consequentemente ação, o que resulta em um aumento da atividade neural e constrição de vasos sanguíneos.

A ação da cafeína no sistema nervoso central influencia no restante do organismo, promovendo também uma maior liberação de adrenalina pela glândula suprarrenal e o bloqueio da ação da enzima fosfodiesterase, que é responsável por destruir a molécula que participa da transmissão dos sinais excitatórios da adrenalina, permitindo portanto que eles continuem ativos por mais tempo. A grande quantidade de adrenalina circulante e o prolongamento do seu tempo de ação também contribuem, portanto, para aumentar o estado de vigília, melhorar a disposição e evitar a sensação de fadiga, o que, devido a esses efeitos causados, classifica o café como uma droga estimulante.

É importante também citar que a cafeína aumenta a concentração de dopamina circulante, um neurotransmissor relacionado ao prazer, por impedir a sua recaptação no sistema nervoso central, o que está ligado à sensação de satisfação e bem-estar após o consumo dessa substância.

 

O potencial de gerar dependência

Dentre os mais diversos tipos de substâncias classificadas como drogas existem diferentes potenciais de gerar dependência, a qual é definida como um estado de necessidade física e/ou psíquica de ao menos uma droga, resultante de seu uso contínuo ou periódico. Fazer uso de uma droga não significa  necessariamente promover adição a ela, principalmente quando falamos de café e diversas classes medicamentosas, mas é sim importante atentar-se às possibilidades.

A cafeína possui um baixo poder de adição e, portanto, gera opiniões controversas entre pesquisadores. Como já é sabido, a cafeína age como moduladora da dopamina, aumentando sua concentração no sangue, assim como também o fazem anfetaminas e cocaína, por exemplo.

A sensação de prazer e o sistema de recompensa cerebral estão intimamente ligados à dopamina e ao desenvolvimento do vício em substâncias. Por a cafeína apresentar uma ação semelhante a de outras drogas e possivelmente ativar o sistema de recompensa cerebral alguns pesquisadores defendem que café pode sim gerar vício, inclusive sendo esse risco muito mais pronunciado naqueles que já possuem histórico de abuso de substâncias químicas ou desordens psiquiátricas.

Em contrapartida, há aqueles que defendem que, apesar da cafeína ter modo de ação semelhante a outras drogas fatalmente aditivas, seu efeito é muito diminuto quando comparado ao dessas substâncias, não gerando fissura ou interferindo de forma drástica na vida dos indivíduos e, portanto, não seria capaz de gerar vício, mas sim apenas originar um hábito de consumo.

 

Síndrome da abstinência

Apesar da ausência de consenso sobre a possibilidade de adição em café, a interrupção brusca do consumo habitual de cafeína é responsável, em diversos casos, por sintomas de abstinência, como irritabilidade, ansiedade, letargia, cefaléia, sonolência, redução na concentração e sensação de cansaço. Esses sintomas geralmente aparecem em até 24 horas após a interrupção e permanecem por alguns dias, entretanto é válido lembrar que as manifestações da cafeína no organismo podem ser muito distintas. Dessa forma, a síndrome de abstinência bem como os efeitos diretos do café estão intimamente ligados às características do indivíduo que o consome, diferindo de acordo com idade, sexo, composição corporal, hábito de consumo da bebida, dentre outros.

Independente de chamar-se “vício” ou “hábito”, o fato é que quanto mais se toma café mais se quer tomar. É importante, portanto, manter uma relação saudável com seu consumo, sempre evitando excessos e utilizando produtos com excelente qualidade, como o café especial da Fazenda Aliança. Já foi mostrado que ingerir até 400mg de cafeína diariamente não traz nenhum prejuízo notório e inclusive pode gerar diversos benefícios à saúde, desde maior disposição ao aumento da expectativa de vida. Ao final, “a diferença entre o remédio e o veneno é a dose", como diz a célebre frase do médico e físico Paracelso, a qual se aplica com maestria a esse caso.

 

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Café Requentado Faz Mal à Saúde?

CAFÉ REQUENTADO FAZ MAL À SAÚDE?

Não é inédita a situação de se fazer café e, por descuido, errar a quantidade e sobrar. Por conta disso, também é recorrente o ato de reaproveitar o café que sobrou, reaquecendo quando for consumi-lo. O que parece ser uma prática comum e inofensiva pode, em longo prazo, trazer problemas à saúde. Entenda:

O QUE ACONTECE COM O CAFÉ AO SER REQUENTADO?

Toda matéria orgânica, quando submetida ao processo de oxidação, começa a se degradar. Com o café, não é diferente. Suas propriedades já começam a se alterar no momento de moagem e torra do grão.

Ao consumir um café preparado na hora, aproveita-se todo o sabor e aroma do produto, além de ser benéfico para a saúde em quantidades adequadas.

Porém, ao ser requentado, o café (que já ficou oxidando durante o tempo que levou para esfriar) acelera o processo de oxidação e, assim, sua degradação. Além de aroma e sabor serem alterados, o café requentado pode causar enjoos, azia, e demais complicações.

COMO OCORRE A OXIDAÇÃO NO CAFÉ?

Depois de moído, o café já começa a se degradar. O processo acelera a cada 10 °C acima da temperatura ambiente. Depois de pronto, o café inicia a oxidação após 20 minutos. Se for adoçado e guardado em garrafa térmica, o processo também se agrava e a bebida estará totalmente oxidada em cerca de uma hora após o preparo.

Isso não significa que o uso da térmica deve ser suspenso! Apenas que o consumo deve ser o mais rápido possível, a fim de saborear o café no melhor de suas condições de sabor e aroma.

QUAIS OS EFEITOS A LONGO PRAZO?

O consumo contínuo de café requentado, ou seja, oxidado e com suas propriedades originais alteradas, pode ser extremamente nocivo para o ser humano e causar irritações mais graves no estômago.

BENEFÍCIOS DO CAFÉ FRESCO

O café é um grande aliado de nossa saúde. Quando consumido nas condições adequadas, previne até doenças como Alzheimer, Parkinson, diabetes tipo II, câncer e demais outras.

A Fazenda Aliança oferece, em seus produtos, qualidade única em seu café, perceptível no aroma, na acidez e também na torra. Em suas recomendações de preparo e consumo, proporcionam a melhor experiência em consumo de café e, por consequência, uma vida mais saudável.

Com diversas opções de boa qualidade, definitivamente, não compensa tomar café requentado.

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